No desporto, há algo que muitos atletas aprendem tarde demais: não é apenas o treino que melhora a performance. É a capacidade de recuperar dele.
Quantas vezes sente que:
as pernas continuam pesadas dias depois do treino?
a fadiga se acumula semana após semana?
o corpo já não responde da mesma forma?
chega às provas sem a frescura física que gostaria?
a recuperação entre sessões simplesmente não acompanha o ritmo da exigência?
A verdade é que muitos atletas treinam no limite… mas recuperam abaixo do necessário.
É precisamente aqui que a Terapia de Infravermelho Longo pode fazer a diferença.
O que é a Terapia de Infravermelho Longo?
A Terapia de Infravermelho Longo utiliza luz e calor terapêutico para estimular processos naturais do organismo, promovendo:
relaxamento muscular;
melhoria da circulação;
recuperação física;
redução da sensação de fadiga;
preparação muscular para o esforço.
Mais do que um momento de relaxamento, é uma ferramenta complementar para quem exige muito do corpo — seja em treino, competição ou até no desgaste físico do dia a dia.
Quando o corpo recupera melhor, a performance acompanha
Um dos atletas que realizou sessões connosco foi o atleta federado Sérgio Paiva, praticante de atletismo competitivo há vários anos.
O objetivo inicial era simples: perceber se a terapia poderia ajudar na recuperação muscular e na gestão da fadiga acumulada durante um período particularmente exigente, com quatro provas importantes em apenas quatro semanas.
O resultado?
Durante esse período, Sérgio Paiva alcançou dois novos recordes pessoais nas meias maratonas que realizou.
Segundo o próprio atleta:
“Principalmente em dias de prova, senti o corpo mais solto e preparado para o esforço. Já na pós-competição, a sensação de recuperação acabou por ser mais rápida, com menos fadiga e menor sensação de pernas pesadas nos dias seguintes.”
Ao longo das sessões, começou também a notar:
maior frescura física;
redução da tensão muscular;
melhor resposta do corpo entre treinos consecutivos;
recuperação mais equilibrada após semanas de carga elevada.
E acrescenta:
“Foi uma experiência positiva, sobretudo pela sensação de recuperação mais rápida e maior frescura física nos dias de competição, fatores que podem fazer a diferença na procura por um novo recorde pessoal ou por uma melhor performance competitiva.”
Não é apenas sobre atletas profissionais
Embora seja muito procurada por atletas de resistência e pessoas com rotinas de treino intensas, esta terapia pode beneficiar qualquer pessoa que sinta:
cansaço físico frequente;
tensão muscular;
desgaste acumulado;
dificuldade em recuperar após exercício;
sensação constante de corpo pesado.
Porque recuperar melhor não é um luxo. É parte do processo.
O seu corpo dá sinais. A questão é: está a ouvi-los?
Muitas vezes normalizamos o cansaço. As dores. A fadiga acumulada. A sensação de que “é normal sentir o corpo assim”.
Mas viver constantemente cansado não devia ser o padrão.
Se procura uma forma de ajudar o seu corpo a recuperar melhor, sentir-se mais leve e potenciar o seu rendimento físico, talvez esteja na altura de experimentar a Terapia de Infravermelho Longo.
Marque a sua sessão e descubra o impacto que uma recuperação mais eficiente pode ter no seu bem-estar… e na sua performance.
Conheça o testemunho do Sérgio Paiva
Sobre o atleta e o contexto
Que modalidade praticas e há quanto tempo? Tinhas algum objetivo específico antes de iniciares as sessões?
Pratico atletismo federado há vários anos, sendo que na vertente competitiva participo de forma mais consistente há cerca de 4 anos. O desporto faz parte da minha rotina diária e exige uma grande consistência ao nível dos treinos, das provas e, sobretudo, da recuperação.
Antes de iniciar as sessões, o meu principal objetivo era perceber se este tratamento poderia ajudar na recuperação muscular, reduzir a fadiga acumulada e permitir-me chegar às provas com melhores sensações físicas.
A escolha do período para realizar as sessões não foi ao acaso, visto que durante quatro semanas tive quatro provas importantes — duas de 10 km e duas meias maratonas. Curiosamente, foi precisamente nas duas provas de 21 km que consegui bater o meu recorde pessoal, o que acabou por reforçar ainda mais a perceção positiva relativamente ao tratamento.
Sobre a experiência
Como descreves a experiência durante o tratamento? O que sentiste nas primeiras sessões?
Durante o tratamento, a experiência foi bastante relaxante. Senti uma sensação de calor agradável e um ambiente propício ao relaxamento físico e mental.
Muito sinceramente, nas primeiras duas sessões não consegui perceber de imediato se o tratamento estava a produzir algum efeito significativo, até porque vinha de uma semana de carga de treino bastante elevada. No entanto, nas sessões seguintes comecei efetivamente a notar diferenças, sobretudo ao nível do relaxamento muscular e da redução da tensão acumulada.
Principalmente em dias de prova, senti o corpo mais solto e preparado para o esforço. Já na pós-competição, a sensação de recuperação acabou por ser mais rápida, com menos fadiga e menor sensação de pernas pesadas nos dias seguintes.
Performance e recuperação
Notaste diferenças na recuperação muscular? Quais? Sentiste melhoria na resistência ou desempenho durante os treinos/provas?
Sentiste o corpo mais preparado entre treinos consecutivos?
Sim, notei diferenças na recuperação muscular. Senti uma diminuição da sensação de fadiga muscular acumulada.
Ao longo das sessões comecei a sentir maior frescura física principalmente nos dias de competição e nos dias pós competição.
Mais do que uma melhoria “instantânea” na performance, senti sobretudo consistência na recuperação, que acaba por influenciar positivamente o rendimento ao longo das semanas
Resultados percebidos
Qual foi a principal melhoria que sentiste?
Houve algum momento em que percebeste claramente o impacto do tratamento?
A principal melhoria que senti foi na recuperação e na redução da sensação de cansaço muscular durante as provas e após as provas.
Houve momentos, especialmente após semanas de maior carga de treino, em que senti claramente que recuperava melhor entre sessões e que o corpo respondia de forma mais equilibrada ao esforço.
Recomendação
Recomendarias este tratamento a outros atletas? Porquê?
Para que tipo de atletas achas que este tratamento pode ser mais útil?
Como resumirias a tua experiência numa frase?
Sim, recomendaria este tratamento a outros atletas, principalmente a quem tem uma rotina de treino intensa e procura melhorar a recuperação física e a capacidade de responder melhor às cargas de treino.
Acredito que possa ser especialmente útil para atletas de resistência, tanto no atletismo como noutras modalidades, onde existe uma elevada exigência muscular, grande volume de treino e necessidade de recuperação constante entre sessões e competições.
Resumindo a experiência numa frase:
“Foi uma experiência positiva, sobretudo pela sensação de recuperação mais rápida e maior frescura física nos dias de competição, fatores que podem fazer a diferença na procura por um novo recorde pessoal ou por uma melhor performance competitiva.”
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